Alerta Vermelho no Bafo: Auditoria revela dívida de R$ 42 milhões no Comercial e Conselho foca em SAF para salvar o club
Com negociação, valor pode cair para R$ 25 mi, segundo Gustavo Guerra; eleição para presidência será em agosto
- 15 de abril de 2026
- Em: Comercial
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A situação nos bastidores do Comercial de Ribeirão Preto acaba de ganhar um capítulo tenso e, ao mesmo tempo, decisivo para o futuro da instituição. O tradicional Leão do Norte enfrenta um de seus maiores desafios fora das quatro linhas: um rombo financeiro que assusta até o torcedor mais otimista.
De acordo com as informações apuradas e publicadas primeiramente pelo portal ge (Globo Esporte), uma auditoria recente realizada nas contas do Alvinegro apontou uma dívida acumulada que chega à casa dos R$ 42 milhões.
O Tamanho do Problema
O valor milionário expõe as dificuldades de gestão e arrecadação que o clube paulista vem enfrentando ao longo das últimas temporadas. Para um time que busca se reerguer e voltar a disputar as principais divisões do Campeonato Paulista e do futebol nacional, carregar um passivo desse tamanho inviabiliza investimentos no departamento de futebol e trava contratações de peso.
A auditoria serviu como um “raio-x” necessário para que a diretoria e os conselheiros entendessem a real gravidade da situação antes de dar o próximo passo.
SAF: A Luz no Fim do Túnel?
Diante deste cenário de sufoco financeiro, o Conselho Deliberativo do Comercial já tem um plano de ação na mesa. Ainda segundo a reportagem do ge, os conselheiros veem a transformação do clube em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) não apenas como uma alternativa, mas possivelmente como a única saída viável a curto e médio prazo.
O modelo de SAF, que já salvou gigantes do futebol brasileiro como Botafogo (que vocês inclusive acompanham de perto no canal!), Cruzeiro e Vasco, permitiria que o Comercial separasse as dívidas da associação civil e atraísse investidores dispostos a injetar capital fresco no clube. O objetivo é claro: profissionalizar 100% a gestão, renegociar o passivo de R$ 42 milhões e devolver o Bafo aos seus dias de glória.
O que vem por aí?
A transição para SAF, no entanto, não acontece da noite para o dia. O processo exigirá aprovação interna, transparência com a torcida e, claro, a busca por um investidor que compre a ideia e a tradição da camisa alvinegra.
Nós, do Futebolando pelo Mundo, seguiremos de olho nessa novela em Ribeirão Preto. E você, torcedor comercialino, o que acha dessa possível mudança para SAF? Deixe sua opinião nos comentários!
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